sábado, 23 de fevereiro de 2013

Viagem de 8 dias em Mendoza


1º Dia) 
Saída de São Paulo as 10:10h da manhã,  voando Lan (http://www.lan.com/sitio_personas/country_selector.html), escala em Santiago e chegada em Mendoza: após um voo bem turbulento entre Santiago e Mendoza, chegamos, pegamos um táxi (AR$45) no aeroporto e fomos até o hotel NH Cordillera (http://www.nh-hotels.com/nh/en/hotels/argentina/mendoza/nh-cordillera.html – ótima localização e atendimento - Recomendo). Depois de nos acomodarmos fomos alugar um carro, eu já havia pesquisado e havia uma empresa de aluguel de carro a duas quadras do nosso hotel (Quality Service Rental - http://www.qsrentalmendoza.com/index-portugues.html) acertamos tudo para pegar o carro no outro dia cedo, ficou aproximadamente R$160,00/dia de um carro médio, pois eles não tinham mais nenhum simples. Aí depois de um bom banho saímos para jantar, apesar de ser dia dos namorados lá (14/02) na Calle Peatonal Sarmiento os restaurantes estavam calmos, mas o restaurante que fomos não foi muito bom, pedimos uma cerveja (Andes) e um prato cada um, o que era desnecessário, pois a carne era bem grande e mesmo gostando de carne mal passada, aquela estava demais, nem lembro o nome do restaurante, mas também, não recomendo. 


2º Dia) 
Depois de um bom café da manhã no hotel, fomos buscar nosso carro e saímos por aí, sem GPS, sem mapa, “metemos a cara” e fomos até Maipú, onde seguindo uma placa aqui, perguntando para outra pessoa ali chegamos à Bodega Trapiche (http://www.trapiche.com.ar/), fizemos a visitação e degustação (AR$50 por pessoa) e como já era hora do almoço, fomos almoçar onde o guia da Trapiche nos indicou.



O restaurante chama-se Casa de Campo (http://www.casadecampomza.com/), onde comemos muito bem, cada um pediu um prato, mas antes tínhamos dado uma olhadinha nas mesas em volta e vimos que o prato não era exagerado. Meu marido pediu um “Conejo al horno de barro” (coelho) e eu pedi “Carne a la Masa” (uma carne que desfiava de tão mole), tomamos um vinho (Alma Mora – Malbec), recomendo tudo, um almoço simplesmente divino. E lá encontramos um grupo de brasileiros que nos deram algumas dicas, pois já estavam em Mendoza há mais dias.



Saímos de lá e fomos à Bodega La Rural (http://www.bodegalarural.com.ar/home.htm) uma das indicações dos brasileiros, e era bem perto do restaurante. Fizemos a visitação com degustação (AR$100 o casal, que era convertido em produtos da vinícola).  O museu que eles têm é muito bacana, mostra equipamentos usados para fazer vinhos de séculos atrás, fora a oportunidade de comer algumas Carbernet Sauvignon.



À noite, como em Mendoza ninguém sai cedo para jantar, descansamos um pouco e saímos em direção à Av. Villanueva Aristides, avenida onde tem vários restaurantes. Escolhemos o La Aldea, muito simpático, atendimento bom, e como não estávamos com muita fome pediram uma tábua de frios e empanadas (deliciosas), e para dar um “breque” nos vinhos, tomamos uma cerveja.



4º Dia) Depois do café da manhã, o destino foi a Bodega Família Arizu (Bodega Luigi Bosca), fizemos a visitação e degustação, havíamos reservado um dia antes, pois passamos por lá no dia anterior e já haviam encerrado as visitas. Compramos um vinho e uns saca-rolhas de lembracinhas, não foi cobrado nada pela visita e degustação.




De lá, saímos com destino a Bodega Salentein, mas antes paramos almoçar, numa lanchonete La Barrica, em um posto, onde comemos um lanche cada um (que eu achei desnecessário, um para dividirmos era suficiente) com refrigerante e batata.

E aí então seguimos nosso destino, que não era nada perto. Depois de muita procura, chegamos à Salentein com aproximadamente 30 minutos de antecedência da última visitação que era às 16h. Fizemos a visitação com degustação (AR$50,00 por pessoa) e compramos alguns vinhos e umas lembrancinhas e voltamos para Mendoza.




Saímos jantar perto do hotel, de tanto dirigir a tarde meu marido não queria nem chegar perto do carro. E acabamos indo ao El Mirador, um restaurante que fica no último andar do Gran Hotel Mendoza e a um ou dois quarteirões do NH Cordillera,  onde pedimos uma salada Cezar e um macarrão a Bolonhesa para “compartir” (não estávamos com muita fome) e uma garrafa de Alma Mora para acompanhar. 



5º Dia) Visita a mais uma vinícola, e a escolhida foi Catena Zapata. Como sempre saímos sem nada marcado e dessa vez deu um pouco mais de trabalho, não para chegar, porque nosso tablet nos levou até lá (se não fosse ele, a gente não chegava não), mas sim pelo fato que o horário que chegamos não tinha visitação (devia ser por volta das 12h e a próxima visitação seria as 15h), aí decidimos ir almoçar, mas antes passamos em frente à Pulenta Estate, mas também não tinha visitação aquele horário. Fomos até Tupungato, que era mais perto do que voltar à Mendoza. Paramos almoçar no Restaurante Ilo, eu pedi espaguete ao milho branco com presunto e champignon e meu marido um espaguete a bolonhesa e pedimos um Antonio Pelegrina Malbec para acompanhar...


... e depois voltamos para Catena Zapata onde mais uma vez fizemos a visitação com degustação (AR$100,00 por pessoa) e pelo horário do final da degustação, sem chance de fazer outra visitação, então voltamos para o hotel e também precisávamos devolver o carro.





À noite, como estávamos sem carro, saímos mais uma vez para jantar pelos arredores do hotel. Mas já com destino certo, havíamos visto algumas propagandas de um sanduíche (tipo Mc Donald’s) e fomos à a lanchonete Kingo (http://guialocal.com.ar/kingo.html) experimentar, gostoso, mas nada de extraordinário e o atendimento, super demorado, uma fila enorme... acho que não vale a pena.





6º Dia) As 10h, havíamos marcado com o moço do Slow Car (http://www.slowkar.com/), que nos trouxe nosso Citroën, alugamos esse carro por 2 dias (US$200 por dia) pois achamos que seria uma experiência um tanto quanto diferente.


Então fomos para Bodega Norton onde havíamos reservado a visitação e almoço (quem aluga o Slow car tem desconto nessa Bodega). Fizemos a visitação e degustação (AR$50,00 por pessoa), a mais legal que fizemos e depois fomos almoçar no restaurante da Bodega, não era menu degustação e sim a la carte, então eu pedi um bife de lomo com salada e meu marido uma lasanha de berinjela com carneiro e tomamos um vinho Norton para acompanhar mais um almoço divino.








De lá, saímos rumo ao Palmares Open Mall (http://www.palmares.com.ar/), onde tomamos um sorvetinho Freedo e olhamos algumas vitrines. E então voltamos para o hotel.
A noite, como o citro por ser um carro antigo, não pode ficar estacionado em qualquer lugar, saímos pelos arredores do hotel, fomos até a Plaza Independencia, passamos pelo Hotel Park Hyatt e fomos jantar no Sarmiento Restaurant – Café – Bar, onde comemos empanadas e tomamos uma cerveja Insenbeck.






7º Dia) Saímos sem destino, fomos até Maipu, queríamos fazer umas fotos com o citro, entre os vinhedos, comemos algumas uvas e por fim, vimos uma vinícola e resolvemos visitar, a Vistandes (http://www.vistandes.com/home.htm) onde fizemos a visitação e degustação (AR$20,00 por pessoa).


Voltamos para Mendoza para almoçar, e fomos ao restaurante La Marchigiana (http://www.marchigiana.com.ar/) primeiro porque havíamos visto na internet e queríamos conhecer e segundo porque lá eles têm estacionamento e com o citro precisávamos de um lugar assim. Nosso pedido foi: eu – “Lomito ao roquefort”; marido – “Bife de chorizo”, para compartir: “ensalada mixta”, um vinho Xero Malbec da Bodega López e de sobremesa Don Pedro (torta de maçã com sorvete de creme), tudo muito gostoso.


Por volta das 19:30h marcamos para que viessem buscar o carro e depois fomos arrumar nossas malas.

8º Dia) Com as malas prontas, acordamos mais tarde, tomamos café verificamos os últimos detalhes, pedimos um “late check out” até as 15h. Acertamos as coisas no hotel, apesar de o hotel ter estacionamento, o mesmo não fazia parte do valor da diária. Chamamos um táxi e fomos para o Aeroporto, onde nosso voo para Buenos Aires (nossa escala) sairia as 18:45h. Chegamos a São Paulo à 01h00min da manhã, voo tranquilo com a Aerolíneas Argentinas (http://www.aerolineas.com.ar/Welcome)

Créditos: Nômade Turismo https://www.facebook.com/turismonomade?filter=1 (Paulo Bolliger) - Por ter nos ajudado com as passagens aéreas, hotel e seguro viagem.

FIM. 


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