segunda-feira, 16 de julho de 2018

Bela e Santa Catarina... de Blumenau à Urubici

Uma semana em Santa Catarina

1º Dia (16/07/2018)
Saída de São Paulo para Blumenau/SC

Dessa vez a viagem foi de carro... 

Dica 1: instale "Sem Parar" (ajuda bem para agilizar a viagem).
Dica 2: fomos pelo Rodoanel Mário Covas e pela Serra do Cafezal, a serra foi reformada e está bem melhor agora (já fomos outras vezes para o Sul de carro, por Sorocaba, e garanto, dessa vez foi mais tranquilo e seguro).

Chegamos em Blumenau e fomos direto para o hotel, a viagem demorou cerca de 12 horas (mas é porque fomos parando... tranquilinho), nos hospedamos no Hotel Glória (http://www.hotelgloria.com.br/site/) a reserva fizemos antecipado pelo Booking.com 
(www.booking.com/Hoteis), por ser temporada só conseguimos 2 noites, mas até preferimos, porque esperávamos mais do hotel, porque falaram que o café da manhã era um super café por ser colonial, mas não achei nada demais e o quarto não estava lá muito limpo.

Como já era noite quando chegamos, nos arrumamos e fomos jantar. Não queríamos mais sair de carro e procuramos algum lugar próximo ao hotel.
Encontramos o Polpetta, conhecido pelo "Pão com Bolinho":



O famoso "Pão com Bolinho"


Na verdade é um hambúrguer feito com polpetas, bem saboroso (vale a pena) e para acompanhar, chopp artesanal, das cervejarias de Blumenau.


2º Dia (17/07/2018)


Manhã


Conhecendo a Cidade - Centro Histórico


Pegamos um mapinha no hotel (mas em vários pontos da cidade tem), e saímos conhecer os pontos turísticos da cidade.


Primeira parada:

Catedral de São Paulo Apóstolo (http://www.catedraldeblumenau.org.br/catedral)









A Catedral é linda e vale a pena conhecer.


No caminho até o próximo destino, passamos por vários prédios antigos e locais como e a própria rua faz parte do Centro Histórico... a Rua XV de Novembro:

- Castelinho da Havan (Construído em 1978, pelo empresário Udo Schadrack, de família tradicional blumenauense, é uma réplica da prefeitura de Michelstadt, cidade localizada no sul da Alemanha);
- Teatro Carlos Gomes (http://www.teatrocarlosgomes.com.br/)

Segunda parada:

Prefeitura, relógio das flores, Locomotiva Macuca e Praça da Paz.


Relógio das Flores - Inaugurado em 2000, em comemoração aos 150 anos de Blumenau, o relógio funciona à energia elétrica.
Locomotiva Macuca - Primeira locomotiva de Blumenau. Importada da Alemanha em 1908, chegou ao Brasil a bordo do Vapor Klobenz que também trazia oitocentas toneladas de material para a Estrada de Ferro Santa Catarina. O apelido “Macuca” foi dado devido à semelhança com a ave macuco, pois o apito lembrava seu pio e o ruído da descarga de sua caldeira parecia com o som produzido pelas suas asas.
Praça da Paz - Inaugurada em 2006, em comemoração ao centenário do Rotary Clube de Blumenau. Nela consta um monumento artesanal em aço inox com 2m de diâmetro. O Globo com as mãos abertas é um convite à paz, simbolizando a união com todos os povos da Terra.

Terceira parada:

Indo para o outro lado da Rua XV de Novembro...
- Praça Hercílio Luz;
- Museu da Cerveja;
- Mausoléu Sr. Blumenau;
- Alameda Duque de Caxias...


Praça Hercílio Luz - Localizada no início da Rua XV de Novembro, a histórica praça serviu de espaço para apresentações culturais ao ar livre antes de ser transformada. Em 2 de setembro de 1.900, por ocasião do cinqüentenário da fundação da cidade, foi lançada nesta praça a pedra fundamental do monumento comemorativo à chegada dos fundadores de Blumenau.
A denominação atual da praça, aprovada em 16 de abril de 1919, foi uma homenagem ao Governador do Estado, Dr. Hercílio Pedro da Luz, cuja carreira política está intimamente ligada a Blumenau e a quem este município deve muitos melhoramentos.
Nesta praça localiza-se também o Museu da Cerveja, o monumento em homenagem à fundação do município e o monumento Voluntários da Pátria, em homenagem aos soldados que representaram Blumenau na Guerra do Paraguai (1865-1870) e na 2ª Guerra Mundial (1939-1945).


O Museu da Cerveja apresenta coleções de peças que pertenceram à extinta Cervejaria Feldmann, de Blumenau, e à Cervejaria Brahma. São antigos equipamentos utilizados na fabricação de cerveja e outros objetos, fotografias, documentos e textos, que contam a história do precioso “pão líquido”.




Alameda Duque de Caxias - Foi a primeira rua planejada da colônia, na época chamada de caminho do Stadtplatz. Em 1942 recebeu a denominação atual, Alameda Duque de Caxias. Curiosidade: as primeiras palmeiras imperiais, trazidas do Rio de Janeiro, foram plantadas no centro da via, em 1876. Em decorrência deste fato, a principal rua da época, passou a chamar-se Palmenallee (palmeira em alemão

Informações históricas retiradas do site:

http://turismoblumenau.com.br/o-que-fazer/centro-historico/listar

O almoço foi no restaurante Thapyoka (http://www.thapyoka.com.br/), self-service por quilo, tem a la carte também, mas preferimos o outro serviço. E é claro, cervejinha artesanal para acompanhar.


Tarde


Fomos em busca do líquido dourado...


1ª Cervejaria - CONTAINER (http://www.cervejariacontainer.com.br/novo/#-start)


Como não marcamos horário, não conseguimos fazer visitação e nem degustação, mas entramos no bar e na loja, e é claro, adquirimos algumas garrafas.

O lugar é bem bonito, pena que fomos atendidos muito rápido e nem pudemos degustar nada.



Chopeiras personalizadas


Entrada da loja e bar
2ª Cervejaria - BIERLAND (http://bierland.com.br/)

Nessa não tem visitação, só a loja... com vários rótulos... compramos algumas garrafas e fomos embora. (esperávamos mais)




Planta de lúpulo
3ª Cervejaria - CERVEJARIA BLUMENAU (http://www.cervejablumenau.com.br/)

Para nossa alegria, chegamos bem a tempo da visitação, com degustação \o/.

E também, adquirimos mais algumas garrafas... ainda bem que fomos de carro.




Visitação


Degustação

Mais informações sobre as cervejarias:

http://turismoblumenau.com.br/o-que-fazer/cervejarias/listar

E depois de toda essa "esbórnia", fomo conhecer o Parque Vila Germânica (http://www.parquevilagermanica.com.br/), onde aproveitamos para comer uma porção no Bier Vila (http://www.biervila.com.br/br/home/), que na verdade não gostamos muito, a porção de linguiça estava super salgada :(


Vale da Cerveja (https://valedacerveja.com/)

A região cervejeira de Santa Catarina (Blumenau, Pomerode, Timbó, etc) vem tentando fazer uma vale como o Vale dos Vinhedos (que já visitei)

3º Dia (18/07/2018)


Mais um pouco de Blumenau e ida para Timbó


Manhã


Depois do café da manhã, fizemos o check-out e saímos conhecer mais  alguns pontos turísticos de Blumenau.

Fomos ao Museu Hering (http://fundacaohermannhering.org.br/museu-hering), onde conta toda a história e trajetória da marca Hering.


Sua proposta é resgatar, preservar, divulgar e perpetuar a história de uma das marcas de moda mais tradicionais do Brasil. 



 No local também tem o Espaço Hering, uma big loja com todos os produtos da Hering... se tiver paciência de "garimpar" pode achar muitas coisas em promoção.

De lá, fomos para a Cristais Blumenau (https://www.cristalblumenau.com.br/), aproveitamos a loja de fábrica para comprar algumas taças e copos com preços mais atrativos... e realmente valeu a pena.


E como estávamos vendo cristais, fomo conhecer o Glas Park - Museu do Cristal, onde vimos a fabricação de peças de cristais, muito legal. Tem loja de fábrica também, mas são mais enfeites.







E chegou a hora que a fome bateu, procuramos algum lugar próximo e encontramos o Don'Ana Restaurante e Eventos, buffet livre, comida bem gostosa.


Tarde


Rumo à Timbó, paramos na fábrica da Altenburg, que tem uma loja de fábrica (eu estava com espírito comprador rsrs), onde é claro levei algumas coisas para casa e com ótimos preços.


Aí seguimos para Timbó, que na verdade foi uma escolha aleatória, porque o hotel em Blumenau não tinha todos os dias e nada me chamou a atenção em Pomerode, mas foi uma bela surpresa.

A cidade é uma graça, muito limpa, florida, arborizada e simpática. O Hotel Blue Hill (http://bluehillhotel.com.br/), novo, limpo, bonito e atendimento excelente. Reservas pelo Booking.com.
Depois do check-in fomos conhecer as cervejarias de Timbó.

Paramos na Berghain Cervejaria, fomos muito bem atendidos, experimentamos algumas cervejas e é claro, compramos algumas.









A noite saímos jantar e nos indicaram, no hotel, um restaurante japonês Kyuri, em plena quarta estava lotado, ficamos até espantados, pois não esperávamos tanto movimento para uma cidade pequena. A comida estava excelente, a indicação valeu muito e indico também.






Combo de salmão


Petit Gateau
 4º Dia (19/07/2018)

Conhecendo Pomerode


Manhã


Rumo à Pomerode (A Cidade mais Alemã do Brasil), paramos no Portal Sul da cidade onde pegamos mapa e informações de onde visitar. Como vários pontos turísticos eram próximos, fomos caminhando.

Passamos por praças, museu, Vila de Páscoa e fomos até a Cervejaria Schornstein que para fazer a visitação precisa agendar no site e não tinha mais horário para esse dia, então só conhecemos o Armazém (http://www.schornstein.com.br/novo/armazem).


Praça Torgelow


Maior árvore de Páscoa
Almoçamos no Restaurante Pomerode, o prédio centenário construído no estilo enxaimel é um dos mais tradicionais da cidade. O Buffet com comida típica todos os dias, Eisbein Defumado e Marreco com Recheio, além de outras variedades de carnes, acompanhamentos e saladas. Cervejas locais como Eisenbahn, Schornstein, Pomerode e Pomerânia.
De lá fomos na Nugali Chcolates (https://www.nugali.com.br/), tomar um café e experimentar o chocolate fabricado na cidade.

Depois pegamos o carro e fomos conhecer a Rota Enxaimel - que são construções do período da imigração.
Conhecemos a Casa Siewert: Tradicional propriedade rural baseada na produção de milho e gado de leite, mantendo os equipamentos antigos em uso e apresentando aos visitantes as mudanças ocorridas ao longo dos anos na região. Aos fins de semana, serve também caldo de cana produzido na propriedade (aberto a visitante individual e cicloturista).
(Rua Testo Alto, 8019. Contato: 47-3387-3383)
Como Chegar: 




Tarde


Na volta para Timbó, paramos no Museu Casa do Imigrante Carl Weege, local reconstruído com autêntica construção enxaimel e decoração típica da colonização alemã, o local conta com a exposição de móveis antigos, roda d’água, rancho com moenda de cana-de-açúcar, prédio da atafona (moinho de fubá de milho) e a Praça Lauro Guenther.








Informações turísticas no site: https://imprensatur.wixsite.com/vemprapomerode

De volta à Timbó, fomos ao Complexo Turístico Tapyoka (http://www.thapyoka.com.br/espacos), onde há uma ponte sobre o Rio Bendito, que dá uma visão muito bonita do Rio e da natureza.







A noite fomos jantar num restaurante (tipo container) o Matarello (https://pt-br.facebook.com/mattarellogourmet/), próximo ao hotel. Um lugar muito agradável, e pelo que percebemos, frequentado pelos moradores da cidade.


Pizza com chopp
5º Dia (20/07/2018)

Rumo à Curitibanos


Na parte da manhã viajamos. Chegamos em Curitibanos logo após o almoço. Nos "alojamos" na casa de um casal de amigos e só saímos para comprar algumas coisas para o jantar.

6º Dia (21/07/2018)

Urubici, aí vamos nós

Saímos de manhã e paramos tomar café no Pão do Pedro (https://www.facebook.com/opaodopedro/) em Lages. Uma delícia! Recomendo!
Seguimos viagem rumo à Serra do Rio do Rastro, apesar do frio, o dia estava lindo... antes paramos na na Churrascaria Cascata (https://www.facebook.com/ChurrascariaCascata/) para almoçar.
A vista do lugar é muito bonita... a comida, esperávamos mais. O lugar estava bem cheio.




Depois fomos até a Serra, até que enfim consegui ver... eu duas outras vezes que tentei estava nublado.


De lá seguimos caminho para Urubici, no hospedamos na Pausada Arco-Íris (https://www.pousadaarcoirisurubici.com.br/pt-br), bem aconchegante.

Descansamos um pouco e à noite fomos jantar no Semola (https://www.facebook.com/semolaurubici/), uma delícia!

Entrada
 








7º Dia (21/07/2018)

Conhecendo a natureza em Uribici... e passando muito frio!!!

De manhã fomos no Morro da Cruz, localizada nos altos da Serra do Campestre, é uma formação de arenito com altitude de 1.380 metros acima do nível do mar. O alto do morro oferece uma visão panorâmica do Vale do Rio Canoas. A vista é linda!!!







Depois fomos para a Cachoeira do Avencal, Com 100 metros de queda livre, é frequentada por praticantes de rapel. O nome deriva da avenca, vegetação comum na região. É possível chegar de carro à parte de cima da cachoeira e a pé à parte de baixo, mas é preciso ter calçados apropriados e tomar cuidado com as pedras escorregadias.
Fica no Morro do Avencal, próximo às inscrições rupestres, na chegada a Urubici para quem vem de São Joaquim.. Outro lugar lindo!!!!




https://www.urubici.sc.gov.br/turismo/visualizar/id/1006/?cachoeira-do-avencal.html


8º Dia (22/07/2018)



Fim da viagem, volta para casa!

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